Tag Archive | "Atiba Jefferson"

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Elijah Berle amador do ano da revista The Skateboard Mag

Posted on 19 fevereiro 2012 by Nakalada

Elijah Berle foto : cortesia The Skateboard Mag

 

Elijah Berle é um skatista novato, que vem ganhando muito espaço na mídia mundial do skateboard, é claro todo esse estardalhaço não é para menos  pois esse moleque é uma máquina fazendo manobras muito agressivas da atualidade.

Elijah Berle  acabou de vencer o famoso ‘’Oscar “ da revista The Skateboard Mag ganhou o prêmio de skatista amador do ano de 2011, agora ele foi presenteado com um  belo bolo contendendo sua imagem da capa da nova The Skateboard Mag abril/2012.

Aqui no Brasil quando eu falo dele ninguém entende direito o nome dele, e muito menos sabe quem é , mas com certeza quando sair o Girl/Chocolate as pessoas vão prestar atenção e saber sobre seu nível de skate.


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Unbeleafable: A Girl Skateboards 3D Film

Posted on 22 julho 2011 by Nakalada

Brian Anderson foto : Ben Collen

 

 

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ATIBA EVANS Panasonic GH2 Skate

Posted on 22 janeiro 2011 by Nakalada

Atiba Jefferson

ATIBA EVANS Panasonic GH2 Skate from skatefairy on Vimeo.

O fotógrafo Atiba Jefferson e o Videomaker Ty Evans , se juntaram para produzir o vídeo de skate para testar um novo equipamento . Não é nada que estamos acostumados a ver todos os dias . Os caras são muito talentosos os melhores no mundo nas coisas que eles fazem dentro do universo do skate . Ty Evans e Atiba são patrocinados pela Panasonic a muitos anos , para quem assistiu o filme da Fourstar Super Fun Zone , nos extras têm uma palestra de Ty Evans com os japoneses quando eles foram fazer a tuor para o Japão . Eles usaram dentre outras câmeras a Dvx 100 que a resolução é muito foda , depois da febre da Canon 7D , agora eles testaram a GH2 Panasonic , apenas 01 mês filmando o resultado ficou incrível .

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Entrevista : Heverton Ribeiro

Posted on 10 agosto 2010 by Nakalada

O Jovem fotografo Heverton Ribeiro é muito conceituado no mundo do skate brasileiro e americano .

Em alguns anos de trabalho Heverton , já tinha amadurecido no seu trabalho no mundo da fotografia digital.

Ele teve a oportunidade de aprender muito rápido , conheceu as pessoas certas como Otávio Neto e Shin Sikuma .

Focado no seu objetivo, e com sua câmera em punho,na época já contratado como fotografo da Revista Tribo Skate ele evoluiu.

Enquanto nós podemos imaginar que Heverton está indo numa direção , pode ter certeza que ele já está fazendo muito mais além doque imaginamos.

Quando já estava numa boa fase profissional no mercado do skate brasileiro , Heverton canalizou energia positiva em sua vida .

Foi quando foi escolhido para fotografar a tuor da Dvs Shoes no Brasil , ele ”sacou ”a oportunidade que vinha até ele naquele momento.

E não se intimidou com a responsabilidade  de trabalhar com um time de gringos, e a recompensa foi produzir a matéria inteira da tuor DVS na revista The Skateboard Mag.

Ele faz parte de uma nova era de profissionais , da fotografia digital , que talvez tenha ficado mais fácil, para ele mostra seu trabalho em qualquer lugar que ele possa estar, assim como sua mente para achar ângulos inusitados para fotografar.

Entrevista : Jorge Costa

Revisão : Giane Costa

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Heverton Ribeiro

 

JC:  Indo direto ao assunto, conte um pouco da sua história como skatista e de como  começou envolver-se com a fotografia, qual era o equipamento que usava no início ?

Heverton: Em 1987, eu estava passeando com minha mãe, e passei em frente uma loja de skate na Zona Leste de São Paulo. Entramos para perguntar o preço de um skate.   Mas era muito caro (risos), então ,voltei pra casa com uma única missão: montar meu skate.   Não importava o que acontecesse eu ia montar meu próprio skate.     Achei uma chapa de compensado de madeira, meu irmão mais velho tinha uns patins da topper. Aquele que é um tênis em cima de uma base de ferro parafusado (risos ). Então, pedi para   que ele me desse os patins,mas,  tive que fazer um skate pra ele (risos).   Serrei  o compensado no vizinho para cortar .  Cortei a base dos patins ao meio e parafusei no compensado sem lixa, depois pintei com spray vermelho, o skate ficou tão ruim e fino que nem dava pra pegar impulso, mais com esse skate aprendi a rodar 360 no chão, nessa época eu tinha 7 anos de idade.

Andei de skate direto quase todos os dias  de 1987 até 1999.   Nessa época fiz uma viagem para a Europa. Sozinho,  para a França, comprei uma câmera fotográfica num supermercado, uma Minolta que era a prova d’água.    Eu a usei  durante toda a viagem e mais uns dois anos.

Depois comprei uma máquina semi- profissional da Cannon ,com uma pequena lente comecei a fotografar com ela,  alguns aniversários de criança e jogos de futebol amadores, assim, além de aprender mais, ainda conseguia fazer algum dinheiro pra comprar outros equipamentos.

Bob Burnquist foto: Heverton Ribeiro

JC:Você apareceu lá na Tribo , quando a sede era em Santana, nesta época você buscava alguma coisa especifica? O que rolava naquela época?

Heverton:  Quando comecei a fotografar  e depois ao ir  à revista  Tribo, já estava sábio (já estava consciente do que sabia). Eu queria ser fotógrafo , e  nada ia me  desviar do meu   objetivo. Pois, nessa época, já tinha  um filho pra sustentar ,então não podia ser mais uma brincadeira pra ver o que ia acontecer.

JC:Você teve uma experiência  fazendo alguma escola técnica de fotografia? Ou fazia fotos de casamento e andava de skate  e resolveu tornar-se fotografo  ?

E: Não, nunca fiz  curso em nenhuma escola técnica, nem fotos de casamento, mas, isso porque não tinha nenhum contato com ninguém na área fotográfica. Pois, se tivesse que fazer isso pra aprender mais, não iria me importar de forma alguma.

 JC: Quais foram suas influências fotográficas? Existe o desejo de   moldar seu trabalho diário em cima das pessoas que  influenciam  sua maneira de fotografar,  e  consequentemente   fazer exatamente igual ao  que você viu impresso no trabalho de alguém?

Giancarlo Naccarato Foto: Heverton Ribeiro

Heverton: Eu gosto muito das fotos do Brian Gaberman, e posso considerar ele como uma influência no meu trabalho,  tive o prazer de trabalhar com ele na Skateboarder Mag, e ele me ajudou muito no começo.  Eu curto muito olhar o trabalho de outros fotógrafos,pois, sempre aprendo alguma coisa, mais nunca tentei fazer uma foto igual, a de outro fotografo, pois sempre tive em mente criar uma personalidade fotográfica diferenciada.

Danny Way foto : Heverton Ribeiro

JC: Na fase que você veio para Revista Tribo Skate, você já era capaz de visualizar seu trabalho numa fase de evolução? Com seu amadurecimento precoce sentia firmeza em cima do que estava fazendo? 

Heverton: Quando comecei na revista Tribo tudo era novidade, então sempre ficava atento a tudo que estava acontecendo, fazia muitas perguntas para o Shin Sikuma e para o Otavio Neto, e eles sempre me ensinaram muito. Nessa época, eu já tinha uma boa noção, do que estava fazendo,  mas ainda era uma fase de aprendizado, e de testar os flashs e a luz. Além disso,  naquele  tempo, tudo era feito em filme, então, a margem de erro tinha que ser a mínima possível.

 JC: Você curtia usar velhos equipamentos para aperfeiçoar sua técnica? Eu li recentemente que o skatista  Alex Olson , usa uma Nikon FM 2  até os dias de hoje, ele não gosta muito de digital. Existe um divisor de águas em cima do equipamento analógico e do digital? Você acredita que seria capaz de evoluir tão rápido se tivesse na era analógica, ou isso não influencia?

Heverton: Quando comecei a fotografar tudo era feito em filme, e isso me fez aprender realmente a fotografar da maneira certa, me  ensinou a ter certeza do resultado que queria,  quanto a luz e as cores de uma forma  diferente para cada foto.  Trabalhei com filme no começo por 4 anos, até que comprei minha primeira câmera digital, pois isso era fundamental para a  revista e para o trabalho fluir de maneira mais rápida em viagens. Com a digital consigo aperfeiçoar pequenos detalhes, e posicionar os flashs alguns centímetros para cima ou para o lado e assim eliminar alguma imperfeição. O grande lance da digital é você poder ver a foto na hora, isso facilita muito pra quem não sabe fotografar muito bem ainda. Pois, o cara pode refazer a luz muitas vezes até a foto ficar boa. Mas essa é a diferença de quem aprendeu a fotografar com filme. Quem fotografa com a analógica, quando chega no pico já sabe o que vai fazer. E não fica ali fazendo um monte de foto pra salvar uma, que esteja com a luz e o foco perfeitos.

Adam

Adam

  JC: Você obteve retorno profissional internacional ,quando rolou uma tour com os caras da Dvs Shoes no Brasil ? Esse foi o seu  primeiro passo para carreira internacional , conte  para nós, como  foi  esse inicio. E  a matéria com suas fotos na The Skateboard Mag?

Heverton: Quando  a DVS veio ao Brasil, eu fui chamado para fazer somente uma entrevista paralela com o Daewon Song e nada mais. Como ele teve alguns problemas pessoais  acabou não vindo ao Brasil, então fiquei meio perdido, pois não tinha o que fazer. Mesmo assim, resolvi fazer algumas fotos com os outros integrantes da DVS que estavam por aqui.  Pois, só iria ficar com os caras  em tour, os dois   primeiros dias. Então fizemos algumas fotos e quando  voltamos ao hotel, eu fui direto tratá-las e chamei a galera para vê-las depois disso. Aproveitei para mostrar mais algumas feitas por mim,   do Bob Burnquist, Danny Way e de outros alguns grandes nomes do skate. Os caras curtiram as fotos que tínhamos feito e virou hábito  toda noite o pessoal  se reunir no meu quarto para escutar musica e ver as fotos. Só que eu tinha que ir embora no terceiro dia, porque o Giovanne Reda  iria assumir o restante da tour. Nesse meio tempo o time  da DVS se reuniu e me perguntou se eu queria assumir toda a tour  com eles,  fazendo as fotos pra a revista The Skateboard Mag. Eu aceitei.Fiz todas as fotos para matéria  que saiu com um DVD encartado , distribuído para o mundo todo. Uma coisa muito importante foi  que quando a turnê acabou, eles me chamaram para fazer parte da equipe como fotografo, dessa maneira  surgiu, então, meu patrocínio com a DVS.

Bruno Passos foto: Heverton Ribeiro

  JC: Foi quando você começou  a trilhar carreira internacional certo? E como foi seu inicio nos EUA,  sua adaptação com as marcas e os skatistas gringos? Como fazia para interagir com eles embora você não soubesse falar inglês,   e no entanto, tinha que fotografar o Cristian Hosoy e Daewon Song. Fale sobre  essa experiência incrível.

Heverton: Na  verdade quando a DVS veio ao Brasil eu já tinha colocado algumas fotos na The  SKATEBOARD MAG,  porque algum tempo antes, tinha feito minha  viagem   para Califórnia, vou quando comecei a treinar meu inglês.

Conheci o Brian Gaberman e conversava sempre com ele por e-mail, só que como  o cara  foi trabalhar na Element ele  me passou o contato do editor da Skateboarder o Jaime Owens. Então passei a falar com o editor, o cara acabou colocando algumas fotos minhas na revista,  mesmo eu não estando nos EUA. A primeira página dupla que saiu foi um fs lipslide do Fabio Sleiman num corrimão azul em Los Angeles, que foi usada no índice da revista .

Depois com o fim da tour da DVS, acabou que  eles me convidaram para ir para Los Angeles, fazer a entrevista com o Daewon Song que por sinal  morava perto da casa do TRHONN  amigo meu. Logo depois, de conhecê-lo   fizemos as fotos  que terminaram por ser usadas na campanha DVS, Matix e Almost.

O Hosoy, eu já conhecia através do Genovesi, que frequentava a mesma igreja.

Também fiz a primeira session com  o Hosoy que  foi muito boa. Aí foi automático a gente começar a fazer fotos  toda semana, foi quando eu comecei a fotografar para a marca Hosoi Skates.   As fotos  saíram em muitos lugares, em  pôsters e estampadas em shapes da Hosoi e na Pocket Pistol.

Nessa época eu já estava bem familiarizado com o jeito de trabalhar dos americanos, pois, já morava em Los Angeles por bastante tempo. Trabalhei  para a Hurley , Volcom, Red bull, Almost e Matix, DVS, Nike Sb, Royal Trucks, Ogio, S-One e Stereo Skateboards, então, acredito que meu relacionamento com as marcas americanas  e com os skatistas seja muito bom.

Fábio Sleiman foto : Heverton Ribeiro

JC: Você lançou seu primeiro livro, e vem vindo outro, conte como foi sua experiência, quem elogiou lá fora, e porque vem vindo outro tão rápido ?

Heverton: Eu lancei o meu livro com nome SAMPLE em setembro de 2009, na cidade Los Angeles. A exposição foi na skatepark da Hurley em Costa Mesa.O livro é um projeto limitado de 200 edições que podem ser customizadas de acordo com o gosto de cada um, você pode escolher a capa fosca ou brilhante, gramatura do papel essas coisas.

Graças a Deus,  bastante gente elogiou. Caras influentes como Grant Brittain, Dave Swift que são os editores chefes da Theskateboard Mag, o Atiba Jefferson, o Paul Rodrigues,  Eric  Koston,Mike Carroll o Giovane Reda, o Jaime Owens da Skateboarder que fez a apresentação do livro, o Daewon Song,  Hosoi,  Chico Brenes ,Rodrigo TX ,Gerdal e Genovesi, Bob Burnquist e mais uma galera elogiou, graças a Deus .

O livro novo chega até o final do ano, mais esse  ainda esta em andamento, por isso, prefiro falar dele somente quando ele estiver pronto.

JC: Quais skatistas que você mais curtiu fotografar lá fora? E a quem gostaria de fotografar que ainda não o fez? Quais seriam suas novas metas ?

Heverton: Gostei muito de fotografar vários eskatistas como: Bob Burnquist, Danny Way,  Daewon Song, Hosoi, Rob Gonzales e Eric Koston  ,Steve Alba, Torey Pudwill, Zered Basset ,Chico Brenes,Kristian Bonholt , Leo Romero e Danny Montoya.   Ainda tem uma galera que eu quero fotografar …

Mauricio Fratea” Bozo ”

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Entrevista com Mike Carroll

Posted on 13 julho 2010 by Nakalada

Mike Carroll

Mike Carroll  provavelmente  está nos tops cinco da maioria das pessoas, de todos os tempos,na lista dos  maiores skatistas. Desde que ele era um garotinho , ele fez videoparts que estão à frente de seu tempo. Seu estilo é tão casual e fácil que quase parece como se ele não estivesse tentando fazer muito esforço naquelas linhas do Questionable Vibs e Virtual Reality , Goldfish,Ftc Penal Code,Mouse,Chocolate Tuor,Yeah Right e Fully Flared. Mike recentemente permitiu -nos a perguntar -lhe, algumas coisas importantes ,para expor um pouco da sua vida como skatista profissional , e entender toda sua evolução nas duas décadas .

 Vamos começar com Daly City. Em que ano você começou a andar de skate , e quem eram as pessoas com que você começou a praticar ?

Mike: Eu acho que começei andar de skate  em 85,  no vídeo da Powell Future Primitive quando  saiu. Andava com vários caras  em Daly City,e muito com meu irmão Greg Carroll e todos os seus amigos tamben.

Seguindo em frente , quando você começou a vir para o centro de San Francisco para andar de skate, que era a memória que primeiro experiência no Embarcadero ?

Mike: Desde que começamos a andar de skate por lá ,nós sempre íamos de carro  para a cidade . Rampas de salto  no parque Golden Gate , nos  domingos nas avenidas, estavamos  muito bem, pois era uma sensação estar por lá . Acho que comecei a ir para Embarkadero todo o tempo que Gonz e Natas andavam por  lá ,e o Gonz ollie vi ele fazendo , foi louco aquilo. Estávamos no fundo da seqüência Ollie do Gonsalez o que chamamos de pirâmide , mas é conhecido como o “C” Bloco a maioria das pessoas sabe disso , que Mike Ternasky usou para a abertura na minha videopart no Questionable Vibs da Plan B .

Japan Air

Acredito Concrete Jungle foi você primeiro patrocinador , como você foi ser patrocinado, e  logo depois ir  para H- Street. Você era muito jovem naquela safra de skatistas de SF ” e existiu a videopart com os irmãos Carroll  ” .?

Mike: Nós sempre íamos para  Concrete Jungle numa  época com amigo nosso de Petaluma,  e ele disse-me dar-lhes algumas fotos de skate, e era para escrever uma carta para falar um pouco sobre mim . Muito engraçado pensar nisso agora . Eu acho que Jake Phelps negaria isso. Graças Jake !

Após Hokus Pokus da H-Street, realmente seu nivel começou a progredir.  No Next Generation,  que estava a fazer belos  smiths nos trilhos  e 360 flip noseslide nos  bancos . Você pode realmente ver a progressão e a direção em que o skate estava indo. Havia qualquer coisa que você pode identificar a partir de então com suas manobras , que estava dirigindo sua progressão ou você estava apenas fazendo -o como você foi ?

Mike: Eu acho que tinha a ver com várias coisas . Estar na  H- Street, todo mundo estava sempre pensando ou tentando coisas novas , isso tornou o nosso cotidiano no Embarcadero . Mas, principalmente andar de skate com Mike Ternasky, e tamben  com Henry Sanchez que acho que começou tudo aquilo .

Você retornou com Mike Ternasky era um dos  membros originais da equipe Plan B  ?

Mike: World / Blind foram muito bem a grande merda naquele tempo, e tudo o que eles faziam era impressionante. E eu , Danny Way, Mike e Ternasky estavamos  no skatecamp Woodward e Mike estava falando -nos sobre os nossos pensamentos em deixar H- Street. Por isso, basicamente, começou logo em seguida. Fomos para Nashville para uma demonstração no nosso caminho para casa de Mike, e falamos com  Rocco. É engraçado porque eu queria , mas Henry continuou cego pela marca Blind Skateboards!

Classic Flips

Quando e onde você conheceu Rick Howard , pela primeira vez ? Qual foi sua primeira impressão sobre ele?

Mike: Conheci Rick  Howard  em um longo tempo antes da Plan B ,foi   Greg que  trouxe Rick na nossa casa na  mini-rampa . Eu assisti -los andando de skate  no  interior da casa(quintal ) ,arrumei uns  eixos Ventures para ele ,eu disse que  podia levá-los . Então nós realmente nos encontramos vários  anos mais tarde, em San Diego , enquanto eu estava hospedado na casa H- Street para o verão.

Sua parte no Questionabele Vibs foi um momento decisivo no skateboarding. Depois que as pessoas estavam vestidas como você , copiando suas manobras  , ouvindo Del  , etc.  Você sabia que no momento em que essa videopart ia ter aquele grande  impacto. Como você se sente sobre todas as pessoas que estavam lá fora mordendo seu estilo no momento ?

Mike: Eu não acho que seja sobre qualquer coisa, mas exatamente como eu evoluí e comecei andar . Eu não sinto que eu estava fazendo a merda impressionante, que todas as pessoas estavam fazendo naquele   vídeo, todo mundo influenciou -se por nós. Eu nunca observei alguém morder qualquer coisa que eu fiz. Eu era praticamente só em torno das cabeças de Embarkadeiro, e todos nós pareciam os mesmos e foram para as mesmas coisas nas manobras . . .

Em algum momento em meados dos anos 90 , talvez um ano ou dois depois que a Girl Skateboards foi  iniciado, você mudou de SF para LA. O que motivou essa decisão?

Mike: Quando começamos a Girl em 93 eu estava com medo do tipo do trabalho que é começar algo no mercado, mais a idéia de mudar para Los Angeles  nunca passou pela minha cabeça . Mas cerca de 97 Percebi -me a começar a vir para LA muito para andar de skate, porque eu não estava sendo muito produtiva em SF e em seguida, Chico Brenes tinha um apartamento de 3 quartos que foi alugado por apenas $ 1.100 por mês, assim eu pensei que se foda, eu vou cair  lá fora para lá,um par de anos depois voltar a SF e ver que foi bom para min. Em seguida, quase todos os meus bons amigos de SF se mudou para LA  … Eu ainda estou aqui.

F/s rockslide

Lembro-me de ouvir que você foi responsável por muitos dos primeiros desenhos Lakai , para você o que faz um bom tênis , é alguma coisa especial que você procura em um design ?

Mike: Logo depois começamos a Lakai , eu torci o tornozelo muito feio, e nós continuamos entrando de cabeça na Lakai e os  designers que eu tentei nos primeiros esboços  são realmente por mãos nas minhas mãos . Olhando para trás, alguns dos primeiros desenhos que desenhei acabou ficando,muita  viagem que parece loucura do geito que começou. É meio constrangedor, mas eu aprendi com eles, pois vinha com uma idéia , e não era só isso. Você não pode “apenas” pensar sobre o que você gosta. Mas eu sou um skatista e eu sei que eu e a maioria das pessoas procuram nos tênis de skate. Gosto de tantas coisas diferentes sobre os tênis  . Depende do dia para curtir uma coisa ou outra .

Muita gente tem dito que sua  videopart mais recente no Fully Flared  foi seu melhor, a melhor de todas as videoparts. Você concorda  ?

Mike: Se as pessoas realmente disseram que provavelmente é melhor ,pontos para o velho aqui . Mas, graças a eles. Eu não concordo embora.  Basta ouvir as pessoas do lado de fora da conversa da nossa conversa ,  sobre este vídeo, as suas expectativas de que o vídeo foi muito impressionante, para mim sobre tudo que escreveram ,  foi tamben. Mas é o que é. Eu estou bem com isso.

Neste ponto, parece que a idade não é mais um fator ruim para seu nivel de skate. Caras como você , Rick, Koston , e Guy não parece estar a abrandar na sua evolução . Quanto tempo você acha que vai continuar e não existe qualquer segredo de sua longevidade ?

Mike: Desde Questionable Vibs , entrando Virtual Reality pensei que minha carreira  (profissional  ) foi muito longa Acho que foi há 18 anos. Então eu não sei? Nesse ponto, eu não me importo de forçar -me , porque eu sei que estou sempre indo andar de skate  e se divertir até que eu estou bem com minha a idade , tempo ou não importa a ninguém.

 Você derrubou  muitos manobras ” banger” no  Hubba Hideout , mais recentemente, com F/S Feble grind ,  naqueles recentementes dias que  o  Hubba ficou  skatavél  novamente , oque  na sua opinião, quem fez a manobra mais insana?

Mike: Karl Watson  FS Noseslide 270 , e  Eric Koston  BS Noseblunt Slide .

Como vice-presidente da  Girl Skateboards , quais são seus deveres oficiais, e os deveres de  skatista profissional?

Mike:  Talvez pedir a alguém para fazer algo para min. Eu não quero aborrecer ninguém, mas eu sou chefe , e tenho que mandar.  Sobre o lado skatista você sabe , fazer tuor e filmagens o tempo todo.

 Outros que vem ”trincando” por aí como Alex Olson, Mike Mo – e Malto , o que os outros  novos que você acha que estão chegando agora?

Mike: Eles com certeza. Nick Trapasso , Vincent Alvarez são muito doentes . Eu vi alguns outros caras , mas eu não sei seus nomes.

A Crailtap fez referência ao seu  “Apple Trick “. Existe alguma possibilidade de você revelar o que é isso aqui?

Mike: Não.

Ollies Shifts

O que é uma coisa que as pessoas não sabem sobre você que iria surpreendê-los ?

Mike: Bem, o que eles sabem? Como algo sobre Nick ” Diamond ”
Tershay ?

Lembro-me de uma vez alguém me dizendo que você queria ser psicólogo. Você ainda está pensando em exercer essa ou qualquer outra coisa fora da realidade do skate no futuro?

Mike: Eu desejo. É um assunto interessante, mas eu vou ficar com minha própria psicologia.

O que é um dia típico na vida de Mike Carroll ?

Mike: Até agora tem sido bastante tratar as dores do meu corpo, devido os tombos de anos andando de skate  . Eu não andei de skate durante  dois meses após o vídeo  Fully Flared tive que descansar  muito .

Existe alguma coisa(manobra ) que você queria para o vídeo Lakai que você não fez  ?

Mike: Sim. Alguns foram deixados Modus Operant e Yeah Right. Então talvez eu vou buscá-los para o novo video da Chocolate ou  depois. Ou talvez nunca…

Onde você se vê daqui a cinco anos?

Mike: Pedir para  Mike Mo responder ,se eu  estou envergonhando, porque eu ainda sou  profissional  da  Girl Skateboards.

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