Tag Archive | "Duane Peters"

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Heverton Ribeiro lança exposição Caos On Cavas

Posted on 21 maio 2012 by Nakalada

Foto : Heverton Ribeiro

 

Heverton  Ribeiro é cara que sempre vamos ter assunto para escrever sobre ele, na ultima quinta-feira numa noite (cold) do mês  Maio rolou sua nova exposição no espaço  Cavas na região de Pinheiros.  

O projeto chamado  Caos On Cavas  veio com uma saudável variedade de grandes artistas como : Flávio Samelo,Sesper,Marcelo Xue,Chivits entre outros nomes que vem apresentando ao público seus incríveis  trabalhos .

 Heverton disponibilizou suas fotos para os artistas customizar,  e lançar neles sua pura criatividade, o resultando  foi muita criatividade e piração, como a foto de  Cristian Hosoy  com um anjo de um lado e o demônio do outro lado.

A noite começou cedo infelizmente eu acabei chegando tarde, mas  ainda deu para ver as belas mulheres com beleza e estilo acima da média, e degustar a cerveja da banda Sepultura (Sepultura Weizen Bier), e apertar  a mão dos meus caramadas  Rodrigo Gerdal e Alexandre Reis.

 

Foto : Heverton Ribeiro

 

Heverton Ribeiro e Rodrigo Gerdal

 

Foto : Heverton Ribeiro

 

Vanessa Bianchin e Marcelo Xue

 

Featuring Original Art by:

Boleta/ Carol Pimentel / Carrô Schamall / Chivitz / Didu Losso / Fábio Pimentel / Flávio Rossi / Flávio Samelo / Junior Goussain / Heverton Ribeiro / Kaoru Ito / Lelo Ogg / Loro Verz / Luís Gordo / Marcelo Xue / Márcio Duarte / Mateus Loschi / Maurício Teodoro / Mauro Landim / Mauro Nunes / Rafael Lobo / Renata Gregori / Rodrigo Yasuda / Sesper / Tom Toledo / Turtle

Photography by: Heverton Ribeiro

Skateboarders on the pictures:

Aaron Astorga / Bob Burnquist / Christian Hosoi / Corey Duffel / Daewon Song / Duane Peters / Fabio Cristiano / Gerdal / Gordo / Henrique Zampieri / Ray Barbee / Rodrigo Tx / Tony Alwa

Realização & Curadoria: Didu Losso, Fábio Pimentel & Heverton Ribeiro

Patrocínio:

Nike SB

Rogue

Apoio Cultural:

Bushido Brazil Importação e Exportação Ltda
Bamberg Bier – Micro cervejaria
Iluctron
Sepultura Weizen Bier
Aberto ao publico a partir de 19 de maio (10am)
Endereço: R. Cristiano Viana 119 – Pinheiros – SP
Novos projetos do Heverton vindo por aí !!!!

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A origem de Ragueb Rogério

Posted on 24 julho 2011 by Nakalada

Ragueb Rogério

Ragueb Rogério é uma grande referência do skate nacional, além
das suas atitudes como um autentico punk,vindo naquela época que as pessoas
atravessam a rua para não encarar um .

Como qualquer moleque paulista, Ragueb também pirou em andar
de skate, além de escreveu sua história como skatista overall, ele doou muito
de  si próprio,  para fazer o skate acontecer no Brasil.

Hoje ele já passou por todas as fazes do mercado, e hoje seria o momento de colher, muito mais por tudo que ele plantou durante sua carreira no skate, aqui no Brasil as empresas não valorizam suas lendas , e nem por isso ele para de andar.

Nessa fase  atual do skate nacional com tantas marcas ‘’gringas’’ que não fazem nada pela cena brasileira fortalecer,apenas manipulam e querem  usufruir do trabalho construído por tantas pessoas lá atrás.

Ragueb se matem forte em cima do seu ideal, e ainda contribui com seu skate da maneira que pode,para se manter fiel em tudo que ele acredita , e que transformou em quem ele é .

Como é seu estilo de skate  qual é a sua definição para se expressar em cima do seu skateboard como skatista overall?

Cara , eu não sei bem lhe explicar isso, pois meu style é o mais natural possível,sempre fui assim e vai ser dificil mudar esse meu jeito de andar.

Gosto muito andar de skate no gás , andar em transição de todos os tipos. Sair
remando nas ruas ,fazer street é muito bom e claro down hill . Andar de skate é
muito bom né cara , liberdade pura que você têm. Na real ando de skate em qualquer lugar a minha escola foi essa e isso eu preservo.

E, andando de skate o que eu expresso é tudo o que sou, e estou passando de verdade, se estou bem comigo mesmo a sessão flui bem , na injuria não rola. Acho que isso se reflete tão verdadeiro na minha relação com meu skate

Seu nome é Rogério Ragueb, ou
Ragueb Rogerio afina, conta pra gente como é seu  nome ,qual
origem desse nome diferente ?

Ragueb Rogério, origem pura de etnia Árabe ,meu pai inclusive teve irmãos hoje já
falecidos ,eles nasceram na Síria. Meus avós paternos vieram para o Brasil em
1925 fugidos da Santa Guerra (na Santa Terra não existe paz dizia minha avó)
guerra que impera até hoje e ela veio com um filho e grávida de outro ,dois meses
de navio .

Meu avô tinha esse nome que é sempre escolhido um para cada geração para
carregar ele como nome e eu  fui contemplado (risos).  Doidera.

Teve algum problema na sua adolescência, além das brigas de moleque nas ruas ?

E quem não teve ? só quem cresceu em condomínio que não (risos) . Eu comecei a
andar de skate muito cedo, e tão cedo também conheci a rua . Sempre fui o mais
novo na ‘’banca’’ de quando comecei a andar e depois que me ‘’engedrei ‘’
na cena e com isso comecei a ver tudo muito cedo aprender as coisas rápido e ficar
ligeiro, quase tudo na minha vida foi precoce.

Você começou andar de skate ,quando o skate era totalmente punk certo ?

Errado ! Em uma época em que o punk representava o skate . Mas existia
uma ‘’banca’’ que já ouvia por exemplo N.W.A ,PUBLIC ENEMY , RUN DMC, Darks ,
góticos era gente de todos os tipos naquela época  .

Mas realmente o punk tinha mais a ver sim em uma época que down hill era
chamado de street  skate.  Era sair com uns 20,30  caras remando sem fim pelas ruas ,andar o dia
inteiro e ir direto para balada suado e fedido da sessão de skate foi muito bom
. Arrumar um pico para ‘’mocár ’’ o skate e pegar na saída,zuar de verdade na
rua  sair pra causar mesmo. E acho que
essa é a grande identidade de um com o outro. Ambos tem tanta cultura  que acabam sendo contra cultura !!

Ragueb Rogerio foto : Carlos Henrique

Como era o estilo da galera  dessa época  todo mundo era punk , mas tinha também uns outros que eram muito
coloridos como era as diferenças de estilos ?

Quem gostava de punk rock mesmo andava como hoje em dia  , camiseta de banda ou lisa ,calça jeans e um’’
boot’’ e já era vai para seu rolê. E tinha uma galera que arrojava mais no
style…

Bermuda por cima da calça de moletom,aba do Boné levantada e sempre algo em baixo,franja caída no queixo,era engraçado. Mas tinha os caras de dreads
muito mais punk que certos punks.  Dicípulos
de Bad Brains e isso foi passado para mim  graças a Deus…Obrigado Thronn
, Bolota e Esquilo….. Mad Rats Crew (88)

Porque você  se identificou  mais com estilo punk ?

Talvez por ser um ‘’ser’’ inconformado com o conformismo. Desde pequeno sempre
fui muito observador e absurdos sempre me chamaram mais atenção .

O Punk ,HC , Metal acaba sendo uma espécie de trilha sonora na minha vida ,identidade
mútua .

No punk encontro uma válvula de escape poís varias letras relatam coisas que eu queria estar dizendo para todo mundo ouvir.

Eu sei que você também andava em
half-pipe  na época da Prestige Skatepark, não anda mais porque ?

Na verdade já andava em half antes da Prestigie. Na Top Sport que é a minha mãe
na transições.  Sempre gostei de andar no
half . Acho mais fácil pois você tem mais tempo pra voltar a manobra,outro tempo
,outro cálculo  mais velocidade .

Acredito que o rumo que a minha vida tomou me afastou um pouco do half  e própria falta de ter um perto de casa . Mas impossível trombar com um e não dropar e dar umas manobras básicas.

Ragueb e Duzinho foto : Ricardo Porva

Conta um pouco como era aquela época da Prestige , você era patrocinado pela Brand – X , lembro também
do Kako , que andava muito também vocês sempre andavam junto  ?

Nossa , que época boa , era só andar de skate o dia inteiro ,sem compromisso
com nada aprendia manobra todo dia ,as vezes mais que uma dependendo do dia .

Você podia fazer street ou andar na mini-ramp e andar  no half lá era muito bom Imagina todo mundo moleque
dividindo a mesma plataforma . Eu , Digo
Meneses ,Geninho Amaral ,Rogério Mancha ,Bob Burnquist ,Ueda ,Gian Naccarato  , Anjinho Frugis, Cris Matheus entre outros .

Nessa época eu tinha patrocínio da Mad Rats e  Brand-X e na realidade andava com o Kako mais
quando tinha as demos da Brand-X no interior , em campeonatos ou nas pistas
mesmo .O Kako andava muito de skate,fazia  várias manobras  e tinha style. Era bom porque  ele sempre se atualizava no rolê de skate e eu
absorvia isso tudo pois a evolução é contínua .

Depois você foi morar em Floripa , e uns dos primeiros a ser patrocinado pela Drop Dead
, quando a marca estava começando , como foi  divulgar a marca no inicio,e ver que em pouco tempo ela transformou -se numa marca muito grande ?

Isso mesmo, mudei para Floripa logo que passei para Pró (94/95) e em pouco tempo o
Dranho já estava me dando algumas roupas da Drop Dead ,a marca nessa época
tinha 03 ou 04 de mercado, andar pra Drop Dead  sempre foi um prazer ,uma família mesmo.

O Eduardo ,Andréia , Carla , Sal , Marcelo e a gangue toda sempre foram para
frente ,visionários e honestos até demais com o Skate. E eu sou prova viva que
tudo nasceu na luta ali,nada foi feito nas coxas . As roupas sempre style de
qualidade,se é para fazer shape ,vamos fazer nossa fábrica.  Se vamos entrar em campeonatos ,vamos ter
nossa pista. Se a serigrafia da zica , vamos fazer uma . Se o circuito
Profissional está uma merda , vamos fazer uma etapa animal por 10 anos . Se o
mercado não entende nossa linguagem , vamos fazer nossas lojas ,a primeira
marca do Brasil a fazer Tour (2000).

Porra ,não se transformou em pouco tempo e sim com muito trabalho. Além de
sempre ter uma equipe cabulosa na cena. Eu aprendi muito na Drop , tanto como
Skater como em logística de trabalho,e acredito que vários pessoas aprenderam
também com a marca,aí estamos completando 20 anos da Drop Dead e 17 anos comigo.

Qual foi o seu patrocínio que realmente deu um suporte como skatista profissional ?

Volcom , Globe e Vans.

Frontside Ollie to Backside Disaster

Na sua visão  e experiênciaa de 25 anos  como skatista , como você imagina um modelo de patrocinio para um skatista profissional veterano ?

Sempre lançar um novo model de shape assinado pela marca que fez um trabalho
duradouro, assinar outros  produtos com
seu nome ou uma linha específica para manter o mito vivo e retribuir tudo o que
esse skatista fez pois se ele chega a ser um veterano é porque ele não é
comédia ninguém finge tanto tempo na cena.

Acho que  relançar antigos models dele , envolver ele em tours e
dignificar o cara por tudo que ele representou durante todos os anos de
carreira profissional.

Acompanhei os anúncios da Gardhenal
, achei um puta trabalho com identidade , então o que
aconteceu recentemente ?

Muito obrigado por gostar pois o que fez isso acontecer foi um trabalho árduo e
com a colaboração de grandes amigos que por ironia do destinos são muito bons
no que fazem.

Nomes como Sesper , Marco Ubaldo , Billy Argel , Luiz Gordo , DNT , Maia e por
ai vai … São pessoas que sempre captaram as minhas idéias e souberam
expressa-las da melhor forma possivel.

O que aconteceu recentemente ? Aconteceu que sem dinheiro nada se faz e você  tem que tirar grana que entra para sobreviver
para tocar uma marca é surreal . Por esse motivo a GARDHENAL SKATES diminuiu a
demanda de seus produtos mas nunca deixou de existir e em 2011 muita coisa nova
vai acontecer . Silks pesados nos 10 novos modelos assinados por esses artistas
mais camisetas não muito menos assustadoras e uma linha completa de acessórios.

Então agora mais que nunca quem gosta vai amar e que não gosta que se foda . Está
tudo muito pesado e estamos prontos para a treta. Para desmoldar o conformismo
que se transformou o skate . Skate Marginal !!!! For Life , Eterno …

Conta como foi fazer o model do Duane Peters  com a Gardhenal  ?

Ao mesmo tempo que inusitado muito satisfatório … Porra , uma lenda vivia que
sempre  me inspirou … Um cara que faz o som que gosto de ouvir e ainda
se tornou um grande amigo meu e ainda fomos contra o sistema . Quer dizer
, todo skater brasileiro tem o sonho de um dia ter um model de shape na América
e um ídolo meu norte- americano assinou um deck numa marca brasileira ,

na minha marca a Gardhenal e aproveito e convido deem um check out  no www.gardhenalskates.blogspot.com
está muito legal e podem ver o vídeo de divulgação do shape do Duane
Peters .

Ragueb Rogério foto : Rodrigo Kbça

Duane Peters é sua maior inspiração ?

Não sei se a maior mas uma forte inspiracão …

Qual é a origem da marca Gardhenal Skateboards , por acaso já chegou a tomar algum remédio gardenal ?

Um dia em uma mesa de bar tomando uma breja com um amigo , conversávamos sobre
nomes styles para uma marca e nenhum agradava .Foi quando lembrei

de um cara da minha área que não andava de skate mas  sempre me chamava de
Gardhenal pelo meu jeito de andar . Aí citei o nome na mesa e rachamos o bico ,ali
tinha nascido a Gardhenal Skates e eu nem sabia . Remédios ? Já tomei muitos…

O que você acha do mercado do
skate brasileiro atual ,quais poderiam ser as mudanças no skate,e porque o
skate não fica na mão de quem anda , pois somos nós que fazemos a cena do skate
acontecer , sem o skatista não existe mercado de skate  ?

Uma bosta …Quase não existe nenhuma marca 100% skate, assim como as lojas .O mercado
do skate hoje está em poder do surf , as grandes empresas que enxergaram ali um
caminho a ser trabalhado que por incompetência de nos skaters nunca foi
trilhado esse trabalho antes .

Não adianta falar que o skate tem que estar na mão de skatista se o skatista não
se preparou para isso .Quantos skaters você  conhece que terminou uma Faculdade? Não digo
que seja grande coisa isso, mas sim é necessário para a logística de uma
empresa .

Dividir tarefas , setores e responsabilidades e para tudo isso e preciso  de dinheiro  também . Vários fatores que
subtraem de nós o direito de tocar o que fazemos , inclusive a atitude !!!!
Porque será que eu mesmo sem dinheiro fiz a Gardhenal ????

Ragueb Rogério foto : Rodrigo Kbça

 

Desde que você entrou na divisão Vans Brasil , rolaram algumas demos dos gringos por
aqui , como Hosoy e Caballero , Jhonny Layton e Geoff Rowley ,como foi
essa interação com eles  ?

Foi uma boa experiência para ambos ,qual foi a
impressão que ficou disso tudo que ficou é que
Skate é universal , seu flip fala por você. Seu Grind mais ainda e como você as fazem é a
impressão que fica ,meu cartão de visita e andando conquistei o respeito deles .

 

Atualmente você alem de rider, é team-maneger da Volcom aqui no Brasil , como são essas responsabilidades
, quais são as ações da marca como demonstrações etc ?

Sim, até nisso sou abençoado pois estou conquistando um espaço em um novo mundo  e
continuar trabalhando com o Skate.

As responsabilidades que são fodas pois existem pessoas , famílias que dependem de
você e eu como skater que já se fodeu muito quero sempre melhor para gente. Cuidar
das bonificações , cotas de produtos e saber a hora certa de falar com cada um.  Isso é o mais importante ,têm tambem todo

envolvimento com a Volcom gringa , troca de material nosso com o deles já que
temos um time animal e muitos dos nossos skatistas trabalhados sua imagem  lá  na
America , boa estrutura de mkt e o Lokinho como fotografo , anúncios em todas
as revistas ,e várias  Tours .

Mas o que mais toma meu foco internamente mesmo
é o ” ANIMAIS NA PISTA ” pois envolve um planejamento junto a todos
os patrocinadores , mídias ,lojas , equipe , voos , hotéis , check list . Mas
vale a pena pois é um puta evento Classe A. Inscrição gratuita , premiação
arregada , muita zueira e ainda um role junto a equipe Volcom

 

De todos os lugares que você viajou na Europa , qual foi o lugar que aconteceu mais
doideiras , e qual foi o lugar com mais vibe  para andar de skate ?

Um lugar que aconteceu mais doideira ??? Difícil de dizer pois o acaso nos coloca em
situações doidas e não escolhe lugar e nem avisa (risos).

O que ainda motiva você andar de skate depois de 25 anos em cima do seu skate ?

 

Sentir o vento na minha  cara andando e pegando
muitos impulsos , descendo uma ladeira ou  numa linha de carving no Banks .
Ainda poder bater meu tail , flipar,gastar meus Indy’s no metal ou  concreto . Cair e sentir dor , raiva ,levantar,
xingar e ir fazer a mesma merda de novo. Até conseguir,superação  e  prazer…

E assim
toco minha vida ,tenho meu filho que é a  minha vida. Pago minhas contas e
nunca fiz questão de ninguém gostar de mim . Sempre fui ‘’eu’’, verdadeiro e o
que o skate me deu foram grandes amigos , irmãos , arapucas e diversão também.

E nessa faculdade
infinita, estou muito longe de me formar ainda, enquanto isso , sigo andando
 !!!!! 

 LOVE And Hate

Entrevista : Jorge Costa

 

 

 

 

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Entrevista : Mike Vallely

Posted on 05 julho 2010 by Nakalada

Mike V foto: Mark Choiniere

Apesar dos  quarenta anos  bater nas costas  este ano,  Mike Vallely acaba de lançar outro projeto , uma nova banda chamada By The Sword, Composta por seu velho Revolution Mother companheiros de banda com a adição de Throwdown o baixista, Mark Choiniere.
Mas, apesar de apenas jogar Black Flag define tributo, o ex-membro da equipe Powell Peralta e pai da atual Element, insiste que eles não são uma banda cover.
 Você pode me dizer um pouco sobre como a formação By The Sword ?
Mike Vallely:
Nós cantavamos  canções Black Flag e não fez segredo de que Black Flag, como Revolution Mother, foi uma enorme inspiração para a nossa música e em mim como uma pessoa [...] Assim, um par de anos atrás, tive a idéia de que eu queria fazer algum tipo de tributo Black Flag conjunto. Eu sinto tanta afinidade com a música e eu acho que a música intemporal. Achei que deveria ser executada ao vivo e deve ser experimentado ao vivo. Ninguém está fazendo isso para que tipo de raiz teve há alguns anos e recentemente …Eu só disse os caras [do Revolution Mother], isto é o que eu quero fazer e todo mundo foi legal [...] Inicialmente, eu apenas pensei que iria fazer vários  shows para eu tirá-lo do meu sistema. Mas os shows foram tão bem recebidos que eu penso que há talvez algo um pouco mais do que isso.
Então você só tocar músicas Black Flag?
A maioria  é o material do  Black Flag , em seguida, no final do jogo, jogamos algumas Minor Threat e alguns Agent Orange.
E são as pessoas para isso?
Eu penso que há uma dinâmica bastante interessante porque é um  tributo, mas não estamos realmente apresentando-se como necessariamente um tributo da banda. Eu cresci ouvindo essa música e associando com ele. O primeiro show que eu já vi foi Black Flag e o primeiro registro de conseqüência que comprei foi o Black Flag. E em 2003, quando fez sua reunião, fui convidado para ser vocalista em que reencontro.
Como foi isso?
Uma experiência muito louca, você sabe. Acho que a reunião se perdeu a marca com os fãs. Black Flag, eles têm uma história tão gloriosa desarrumada. Eles nunca realmente vai voltar juntos, eles têm muitos membros diferentes, elas não se dão bem. Mas suas vidas em música. E como eu disse eu sinto tanta afinidade com que eu sinto que posso ser um bom canal para que a música e que é legítimo, de alguma forma, mais do que apenas uma banda cover. Eu não sou um ator interpretando o papel de alguma coisa, eu vivo e respiro a música também.
Onde é que a banda daqui?
Eu configurar alguns shows no início. Mas temos sido tão bem recebido e as pessoas têm realmente começado em shows, cantando e agitando. Tem sido muito divertido. Há um buraco e bater caras estão pulando no palco, elas são caras mais velhos também. Nós temos basicamente jogando em  alguns bares, mas o que eu vi disso, eu sinto como se eu gostaria de levá-lo para os miúdos mais novos e também fazer alguns shows para todas as idades, e eu gostaria de colocá-lo na estrada. Há um monte de gente entrar em contato comigo de todo o mundo dizendo “nós queremos que este” também. Eu estou olhando para tentar e encontrar uma maneira de tirá-lo lá para mais .

Mike V

O que você gosta mais gosta com punk rock ou skateboard?
Felizmente não tenho que escolher. Ou ambos quando eu entrei em meados dos anos oitenta foi o mesmo – era a mentalidade do-it-yourself. Isso é o que eu aprendi de música punk rock e skateboard. Então é isso o que me fortaleceu e me inspirou para o resto da minha vida. Skate e música na época eram tão entrelaçados, o estilo de vida, a atitude e tudo mais. Esse é o tipo de vida que eu escolhi, nessa idade que continundo ainda vivendo hoje.
Você se sente como que é diferente hoje?
Acho que a cena do skate é muito mais amplo  agora, é muito mais diversificada. Quando comecei a andar, foi de outro geito ,eram desajustados adolescente que encontrou o punk rock, ou música agressiva ou metal. Mas foi todo o tipo de dentro do mesmo espírito. As culturas evoluíram e se movem em direções diferentes, mas eu ainda acho que o núcleo e o espírito da coisa é praticamente o mesmo. É justo que as pessoas nem sempre articulam o mesmo, mas eu faço.
Você sente como seu parte de uma comunidade internacional, porque você é um skatista?
Sim, eu penso assim. Eu sempre senti que, por meio do lifestyle do skate. E quando você tocar em uma banda e você viajar, você sente isso também.
Comunidade é importante para você?
Ah, sim, definitivamente. Comunidade no sentido de que estes são indivíduos que respeitam os outros indivíduos. Essa foi a coisa que eu sempre gostei, a torta no céu tipo de idéia utópica punk rock que todo mundo era a sua própria pessoa individual e sejam respeitadas as outras pessoas individuais. Eu não sei se isso é uma realidade verdadeira na vida, mas começa a sentir um pouco do que com skatistas e na comunidade punk rock

Mike V e Duane Peters

Numca quis ter filhos para  mudar sua perspectiva sobre as coisas?
Não, ter filhos não vai realmente mudar minha perspectiva, como na forma como vivo a minha vida e o que eu estou pensando. A mesma paixão e desejo pela vida que eu tinha de skate e música punk rock acaba de abrir mais amplo, quando poderei ter  filhos. Família sempre foi importante para mim e ser capaz de partilhar a vida com os outros, eu sou totalmente a isso. Definitivamente alterações em alguns aspectos, mas para mim é só continuou a se intensificar mim e me fez querer ir lá e fazer ainda mais.
Mas será que ter a certeza que geram uma renda de skate levar a alegria ?
Não, eu sou uma pessoa ambiciosa para começar. Eu só quero fazer coisas, eu só quero fazer coisas que é legal. Eu definitivamente não têm sido capazes de fazer uma boa vida andar de skate por um longo tempo. Não vejo que terminar a qualquer momento em breve. Há alguma confusão envolvidos. Há momentos em que você está lutando um pouco mais difícil de fazer alguma coisa, mas isso é verdade de qualquer pessoa em qualquer caminhada da vida. Gosto de trabalhar, gosto de todos os seus aspectos. Ei, ninguém disse que ia ser fácil, você sabe. Eu gosto do desafio diante de mim, ter uma família para prever, isso significa que eu faço as coisas de forma diferente? Acho que não.
Quem ou o que você acha que é emocionante no skate no momento?
Eu acho que é muito legal agora é um monte de skatistas estão tomando posse do mercado novamente. Nós temos o tipos que  aventuram-se no mainstream e no mundo corporativo. Isso vai continuar, mas agora há um pouco de recuperação em curso. Acho que se você olhar as coisas como The Berrics, Steve Berra e Eric Koston website e skatepark, e os conteúdos que você posta sobre isso, que é tudo é o skater criado, skater-driven, esse material é muito legal. Esse material  despediu-se e eu acho que é apenas importante que skaters continuar a ser apenas skatistas e avançar sua própria cultura e estilo de vida próprio .
Você acha que o lado comercial do skate é insustentável para que as pessoas estão a tomar  em suas próprias mãos?
Sim, eu vejo isso acontecendo e há mais  um esforço da minha parte, apenas o tipo de disputa em algumas coisas de certificar de que eles vivem até uma nova evolução das coisas do mercado e da musica.

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