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Jump Ramp Barueri 2013

Posted on 29 abril 2013 by Nakalada

Cristiano Mateus administra com estilo seu skate, recordando os anos 80´s

Cristiano Mateus administra com estilo seu skate, recordando os anos 80´s

Fotos : Roberto Tatto

Texto: Jorge Costa

 

Skateboard  além  de ser infinito nas manobras criadas, pois um flip gera uma imensa variedade de variações de nollie, na base ou de fakie.

Ainda existe  a possibilidade de resgatar modalidade  de varar rampas, os exploradores foram: Natas Kaupas,Tommy Guerrero,Cristian Hosoy,Ray Barbee,Steve Caballero,Eric Dressen entre  outros.

O Brasil sempre acompanhou a evolução do skate Californiano, tanto assim que varar rampa fazia parte do cardápio de varar rampas do skate de rua, era considerado street também. No final dos anos 80´s, era  comum você encontrar  pelas ruas, alguma rampa para varar.

Assim teve os principais nomes do skate brasileiro que arremessava seus skates ‘’para o alto e avante’’ com  todas variações de manobras.

Caras como: Ruy Muleque,Léo Kakinho,Ragueb Rogério,Thronn,Pois É e Porque, Wilson Neguinho,Daniel Trigo,Ari Bason, Daniel  Arnoni ,Mauro Mureta e tantos outros deixaram muita pele nos assaltos.

Infelizmente para seus aspirantes que usufruíam desse intenso prazer, a evolução do skate deixou de lado as rampas, para andar em palcos.

Mas existe sempre uma luz no fim do túnel tenebroso, o verticaleiro  Maurício Hube “Chileno”, que  é skatista profissional e coordenador de skate de Barueri faz o evento anualmente desde 2010.

Para os profissionais que desejam recordar para viver, essa diversão dos anos 80´s como: Paulinho Barata,Alexandre Zikk Zira,Gian Naccarato, Cristiano Mateus, Eduardo Bráz, Marcos Noveline,Laércio Lupa entre outros, a vibe é alucinante com um carro para varar também.

O fotografo Roberto Tatto sacou sua máquina e registrou esses clicks que você esta visualizando.

 

Rampeiro e streteiro logo vem a evolução mesclado com criatividade noseblunt slide

Rampeiro e streteiro logo vem a evolução mesclado com criatividade noseblunt slide

 

Eduardo Bráz lanchou esse estiloso Japan Air, para deixar todo mundo  calado e de boca aberta.

Eduardo Bráz lanchou esse estiloso Japan Air, para deixar todo mundo calado e de boca aberta.

 

Alexandre Zikk Zira é veneno puro de um streteiro do centro de Sampa

Alexandre Zikk Zira é veneno puro de um streteiro do centro de Sampa

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Entrevista : Heverton Ribeiro

Posted on 10 agosto 2010 by Nakalada

O Jovem fotografo Heverton Ribeiro é muito conceituado no mundo do skate brasileiro e americano .

Em alguns anos de trabalho Heverton , já tinha amadurecido no seu trabalho no mundo da fotografia digital.

Ele teve a oportunidade de aprender muito rápido , conheceu as pessoas certas como Otávio Neto e Shin Sikuma .

Focado no seu objetivo, e com sua câmera em punho,na época já contratado como fotografo da Revista Tribo Skate ele evoluiu.

Enquanto nós podemos imaginar que Heverton está indo numa direção , pode ter certeza que ele já está fazendo muito mais além doque imaginamos.

Quando já estava numa boa fase profissional no mercado do skate brasileiro , Heverton canalizou energia positiva em sua vida .

Foi quando foi escolhido para fotografar a tuor da Dvs Shoes no Brasil , ele ”sacou ”a oportunidade que vinha até ele naquele momento.

E não se intimidou com a responsabilidade  de trabalhar com um time de gringos, e a recompensa foi produzir a matéria inteira da tuor DVS na revista The Skateboard Mag.

Ele faz parte de uma nova era de profissionais , da fotografia digital , que talvez tenha ficado mais fácil, para ele mostra seu trabalho em qualquer lugar que ele possa estar, assim como sua mente para achar ângulos inusitados para fotografar.

Entrevista : Jorge Costa

Revisão : Giane Costa

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

Heverton Ribeiro

 

JC:  Indo direto ao assunto, conte um pouco da sua história como skatista e de como  começou envolver-se com a fotografia, qual era o equipamento que usava no início ?

Heverton: Em 1987, eu estava passeando com minha mãe, e passei em frente uma loja de skate na Zona Leste de São Paulo. Entramos para perguntar o preço de um skate.   Mas era muito caro (risos), então ,voltei pra casa com uma única missão: montar meu skate.   Não importava o que acontecesse eu ia montar meu próprio skate.     Achei uma chapa de compensado de madeira, meu irmão mais velho tinha uns patins da topper. Aquele que é um tênis em cima de uma base de ferro parafusado (risos ). Então, pedi para   que ele me desse os patins,mas,  tive que fazer um skate pra ele (risos).   Serrei  o compensado no vizinho para cortar .  Cortei a base dos patins ao meio e parafusei no compensado sem lixa, depois pintei com spray vermelho, o skate ficou tão ruim e fino que nem dava pra pegar impulso, mais com esse skate aprendi a rodar 360 no chão, nessa época eu tinha 7 anos de idade.

Andei de skate direto quase todos os dias  de 1987 até 1999.   Nessa época fiz uma viagem para a Europa. Sozinho,  para a França, comprei uma câmera fotográfica num supermercado, uma Minolta que era a prova d’água.    Eu a usei  durante toda a viagem e mais uns dois anos.

Depois comprei uma máquina semi- profissional da Cannon ,com uma pequena lente comecei a fotografar com ela,  alguns aniversários de criança e jogos de futebol amadores, assim, além de aprender mais, ainda conseguia fazer algum dinheiro pra comprar outros equipamentos.

Bob Burnquist foto: Heverton Ribeiro

JC:Você apareceu lá na Tribo , quando a sede era em Santana, nesta época você buscava alguma coisa especifica? O que rolava naquela época?

Heverton:  Quando comecei a fotografar  e depois ao ir  à revista  Tribo, já estava sábio (já estava consciente do que sabia). Eu queria ser fotógrafo , e  nada ia me  desviar do meu   objetivo. Pois, nessa época, já tinha  um filho pra sustentar ,então não podia ser mais uma brincadeira pra ver o que ia acontecer.

JC:Você teve uma experiência  fazendo alguma escola técnica de fotografia? Ou fazia fotos de casamento e andava de skate  e resolveu tornar-se fotografo  ?

E: Não, nunca fiz  curso em nenhuma escola técnica, nem fotos de casamento, mas, isso porque não tinha nenhum contato com ninguém na área fotográfica. Pois, se tivesse que fazer isso pra aprender mais, não iria me importar de forma alguma.

 JC: Quais foram suas influências fotográficas? Existe o desejo de   moldar seu trabalho diário em cima das pessoas que  influenciam  sua maneira de fotografar,  e  consequentemente   fazer exatamente igual ao  que você viu impresso no trabalho de alguém?

Giancarlo Naccarato Foto: Heverton Ribeiro

Heverton: Eu gosto muito das fotos do Brian Gaberman, e posso considerar ele como uma influência no meu trabalho,  tive o prazer de trabalhar com ele na Skateboarder Mag, e ele me ajudou muito no começo.  Eu curto muito olhar o trabalho de outros fotógrafos,pois, sempre aprendo alguma coisa, mais nunca tentei fazer uma foto igual, a de outro fotografo, pois sempre tive em mente criar uma personalidade fotográfica diferenciada.

Danny Way foto : Heverton Ribeiro

JC: Na fase que você veio para Revista Tribo Skate, você já era capaz de visualizar seu trabalho numa fase de evolução? Com seu amadurecimento precoce sentia firmeza em cima do que estava fazendo? 

Heverton: Quando comecei na revista Tribo tudo era novidade, então sempre ficava atento a tudo que estava acontecendo, fazia muitas perguntas para o Shin Sikuma e para o Otavio Neto, e eles sempre me ensinaram muito. Nessa época, eu já tinha uma boa noção, do que estava fazendo,  mas ainda era uma fase de aprendizado, e de testar os flashs e a luz. Além disso,  naquele  tempo, tudo era feito em filme, então, a margem de erro tinha que ser a mínima possível.

 JC: Você curtia usar velhos equipamentos para aperfeiçoar sua técnica? Eu li recentemente que o skatista  Alex Olson , usa uma Nikon FM 2  até os dias de hoje, ele não gosta muito de digital. Existe um divisor de águas em cima do equipamento analógico e do digital? Você acredita que seria capaz de evoluir tão rápido se tivesse na era analógica, ou isso não influencia?

Heverton: Quando comecei a fotografar tudo era feito em filme, e isso me fez aprender realmente a fotografar da maneira certa, me  ensinou a ter certeza do resultado que queria,  quanto a luz e as cores de uma forma  diferente para cada foto.  Trabalhei com filme no começo por 4 anos, até que comprei minha primeira câmera digital, pois isso era fundamental para a  revista e para o trabalho fluir de maneira mais rápida em viagens. Com a digital consigo aperfeiçoar pequenos detalhes, e posicionar os flashs alguns centímetros para cima ou para o lado e assim eliminar alguma imperfeição. O grande lance da digital é você poder ver a foto na hora, isso facilita muito pra quem não sabe fotografar muito bem ainda. Pois, o cara pode refazer a luz muitas vezes até a foto ficar boa. Mas essa é a diferença de quem aprendeu a fotografar com filme. Quem fotografa com a analógica, quando chega no pico já sabe o que vai fazer. E não fica ali fazendo um monte de foto pra salvar uma, que esteja com a luz e o foco perfeitos.

Adam

Adam

  JC: Você obteve retorno profissional internacional ,quando rolou uma tour com os caras da Dvs Shoes no Brasil ? Esse foi o seu  primeiro passo para carreira internacional , conte  para nós, como  foi  esse inicio. E  a matéria com suas fotos na The Skateboard Mag?

Heverton: Quando  a DVS veio ao Brasil, eu fui chamado para fazer somente uma entrevista paralela com o Daewon Song e nada mais. Como ele teve alguns problemas pessoais  acabou não vindo ao Brasil, então fiquei meio perdido, pois não tinha o que fazer. Mesmo assim, resolvi fazer algumas fotos com os outros integrantes da DVS que estavam por aqui.  Pois, só iria ficar com os caras  em tour, os dois   primeiros dias. Então fizemos algumas fotos e quando  voltamos ao hotel, eu fui direto tratá-las e chamei a galera para vê-las depois disso. Aproveitei para mostrar mais algumas feitas por mim,   do Bob Burnquist, Danny Way e de outros alguns grandes nomes do skate. Os caras curtiram as fotos que tínhamos feito e virou hábito  toda noite o pessoal  se reunir no meu quarto para escutar musica e ver as fotos. Só que eu tinha que ir embora no terceiro dia, porque o Giovanne Reda  iria assumir o restante da tour. Nesse meio tempo o time  da DVS se reuniu e me perguntou se eu queria assumir toda a tour  com eles,  fazendo as fotos pra a revista The Skateboard Mag. Eu aceitei.Fiz todas as fotos para matéria  que saiu com um DVD encartado , distribuído para o mundo todo. Uma coisa muito importante foi  que quando a turnê acabou, eles me chamaram para fazer parte da equipe como fotografo, dessa maneira  surgiu, então, meu patrocínio com a DVS.

Bruno Passos foto: Heverton Ribeiro

  JC: Foi quando você começou  a trilhar carreira internacional certo? E como foi seu inicio nos EUA,  sua adaptação com as marcas e os skatistas gringos? Como fazia para interagir com eles embora você não soubesse falar inglês,   e no entanto, tinha que fotografar o Cristian Hosoy e Daewon Song. Fale sobre  essa experiência incrível.

Heverton: Na  verdade quando a DVS veio ao Brasil eu já tinha colocado algumas fotos na The  SKATEBOARD MAG,  porque algum tempo antes, tinha feito minha  viagem   para Califórnia, vou quando comecei a treinar meu inglês.

Conheci o Brian Gaberman e conversava sempre com ele por e-mail, só que como  o cara  foi trabalhar na Element ele  me passou o contato do editor da Skateboarder o Jaime Owens. Então passei a falar com o editor, o cara acabou colocando algumas fotos minhas na revista,  mesmo eu não estando nos EUA. A primeira página dupla que saiu foi um fs lipslide do Fabio Sleiman num corrimão azul em Los Angeles, que foi usada no índice da revista .

Depois com o fim da tour da DVS, acabou que  eles me convidaram para ir para Los Angeles, fazer a entrevista com o Daewon Song que por sinal  morava perto da casa do TRHONN  amigo meu. Logo depois, de conhecê-lo   fizemos as fotos  que terminaram por ser usadas na campanha DVS, Matix e Almost.

O Hosoy, eu já conhecia através do Genovesi, que frequentava a mesma igreja.

Também fiz a primeira session com  o Hosoy que  foi muito boa. Aí foi automático a gente começar a fazer fotos  toda semana, foi quando eu comecei a fotografar para a marca Hosoi Skates.   As fotos  saíram em muitos lugares, em  pôsters e estampadas em shapes da Hosoi e na Pocket Pistol.

Nessa época eu já estava bem familiarizado com o jeito de trabalhar dos americanos, pois, já morava em Los Angeles por bastante tempo. Trabalhei  para a Hurley , Volcom, Red bull, Almost e Matix, DVS, Nike Sb, Royal Trucks, Ogio, S-One e Stereo Skateboards, então, acredito que meu relacionamento com as marcas americanas  e com os skatistas seja muito bom.

Fábio Sleiman foto : Heverton Ribeiro

JC: Você lançou seu primeiro livro, e vem vindo outro, conte como foi sua experiência, quem elogiou lá fora, e porque vem vindo outro tão rápido ?

Heverton: Eu lancei o meu livro com nome SAMPLE em setembro de 2009, na cidade Los Angeles. A exposição foi na skatepark da Hurley em Costa Mesa.O livro é um projeto limitado de 200 edições que podem ser customizadas de acordo com o gosto de cada um, você pode escolher a capa fosca ou brilhante, gramatura do papel essas coisas.

Graças a Deus,  bastante gente elogiou. Caras influentes como Grant Brittain, Dave Swift que são os editores chefes da Theskateboard Mag, o Atiba Jefferson, o Paul Rodrigues,  Eric  Koston,Mike Carroll o Giovane Reda, o Jaime Owens da Skateboarder que fez a apresentação do livro, o Daewon Song,  Hosoi,  Chico Brenes ,Rodrigo TX ,Gerdal e Genovesi, Bob Burnquist e mais uma galera elogiou, graças a Deus .

O livro novo chega até o final do ano, mais esse  ainda esta em andamento, por isso, prefiro falar dele somente quando ele estiver pronto.

JC: Quais skatistas que você mais curtiu fotografar lá fora? E a quem gostaria de fotografar que ainda não o fez? Quais seriam suas novas metas ?

Heverton: Gostei muito de fotografar vários eskatistas como: Bob Burnquist, Danny Way,  Daewon Song, Hosoi, Rob Gonzales e Eric Koston  ,Steve Alba, Torey Pudwill, Zered Basset ,Chico Brenes,Kristian Bonholt , Leo Romero e Danny Montoya.   Ainda tem uma galera que eu quero fotografar …

Mauricio Fratea” Bozo ”

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Dirty Money premier

Posted on 13 maio 2010 by Nakalada

Alexandre Reis

Alexandre Vianna, quando começou o Dirty Money em 1991/92 não imaginou que o seu trabalho como videomaker, poderia render-lhe bons frutos, como a exposição do documentário que rolou na cidade de Los Angeles California.   Alexandre Reis do mkt da Nike Sb,  ajudou os dirtyboys na sua empreitada para concluir o documentário, que foi naquela época primeiro vídeo foi com partes individuais de cada skatista,Márcio Tarobinha,Rogério Manõsa etc .

Dirtyboys

Para contar toda a história do filme Dirty Money , tinha que ser num dos lugares que os Dirtyboys mais andavam de skateboard naquela época, no largo da São Bento centro de São Paulo. Sempre estavam por lá, David Toledo,Alexandre Vianna , Bob Burnquist,Charles Chaves,Rogério Manõsa,Eduardo Fernandes,Marco Cruz e Alexandre Ribeiro( com sua técnica encontestável , pois ele acertava naquela época nollie double hellflip noseslide ).

cartaz Los Angeles Dirty Money

A história que começou por aqui no centro de São Paulo , foi parar na calçada da fama em Los Angeles ,California.

ALê Vianna,Bitão e Nilton Neves

Dirty Money premier de Los Angeles

Dirty Money

Apresentação do Dirty Money em Los Angeles .

Sesper

Presença de Alexandre Sesper na premier de São Paulo no Mube  .

Nike Sb

Exposição de fotos da Nike SB e Dirty Money na premier no museu Mube .

Luciana Naccarato

Luciana Naccarato veio prestigiar a premier de São Paulo no Mube .

Alexandre Vianna

A quase vinte anos atrás o Brasil vivia sua derradeira crise,quando o governo decidiu dar um golpe na população brasileira , que veio confiscar o dinheiro de todos que tinham uma conta no banco , e quem tinha algum negocio que movimentava bastante dinheiro, simplismente ficou sem nada de capital de giro para continuar investindo nos seus negócios .

Isso fez com que todo o país quebrasse literalmente, e quem vivia trabalhando como empresa de médio porte, ou aquelas pequenas empresas , como era o caso de muitas marcas de skateboard, foi obrigado a fechar suas portas .

Os atuais profissionais como Ruy Moleque ,Thron,Beto Ordie e Lincoln Ueda e muitos outros foram obrigados a fazer outra coisa , pois o skate brasileiro faliu e não existia a possibilidade de viver como skatistas profissionais .

Uma nova geração veio a profissionalizar-se em meio ao caos da recessão , não tendo nenhuma estrutura de patrocinios para manter-se praticando profissionalmente .

Fábio Cristiano,Rogério Mancha,Ricardo Chaves,Alexandre Vianna,Márcio Tarobinha ,Bob Burnquist e alguns outros , decidiram criar sua nova história a partir do filme Dirty Money , que foi o grande pontapé desses skatistas,para ter visibilidade perante aos outros praticantes .

Alexandre Vianna foi o mentor dessa nova história , porque naquela época as revistas Overall, Yeah e outras fecharam, e tinha que começar de novo , mas com uma nova história para os novos recém profissionalizados .

A partir deste ponto que o skatista profissional Alexandre Vianna, decidiu fazer o filme Dirty Money , pois foi o primeiro filme de skateboard com videopart individual para cada skatista .

O nivel de caras com Robson Reco,Bob Burnquist Alexandre Ribeiro e tantos outros no filme, era absurdo o nível, e isso gerou uma nova realidade, à partir desse novo conteúdo do filme Dirty Money, para inspirar os já patricantes e gerar novos adeptos para a nova cena.

Uma nova história foi criada em meio a crise brasileira , que foi explicado no documentário Dirty Money , com quase vinte anos desde o inicio da iniciativa , para nova geração que não sabe quase nada da história  do passado do skateboard brasileiro.  Agora pode  entender porque Alexandre Vianna, fez a revista 100%, e Bob Burquist é o melhor do mundo na categoria vertical e megarrampa , e Márcio Tarobinha e Nilton Neves tem sua história cravada no street com sua base aburda,a contribuição para existir hoje o skateboard grande parte foram eles que construiram a sua era dos anos 90 .

Confira o documentário completo http://www.nike.com/nikeskateboarding/dirtymoney/

- Jorge Costa

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